25 de outubro de 2012



Call of Duty: World at War


Call of Duty: World at War é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Treyarch e lançado pela Activision para as plataformas PC,PlayStation 3, Wii e Xbox 360. É geralmente considerado o primeiro jogo mainstream da série Call of Duty, retornando à temática da II Guerra Mundial que marcou os primeiros jogos. Foi lançado na América do Norte em 11 de novembro de 2008 e na Europa em 14 de novembro. Uma versão para Windows Mobile foi lançada pela Glu Mobile e versões com enredos alternativos disponibilizadas para Nintendo DS e PlayStation 2. O jogo é baseado em uma versão melhorada do motor de Call of Duty 4 desenvolvido pela Infinity Ward, com melhorias no áudio e nos efeitos visuais.[1]
O enredo da versão original foca-se nas frentes Pacífica e Oriental da II Guerra, envolvendo os Estados Unidos, JapãoUnião Soviética e aAlemanha Nazista. É narrado a partir da perspectiva do soldado C. Miller, do oficial da marinha Locke e do soldado do Exército VermelhoDimitri Petrenko. O componente multiplayer apresenta vários módulos e um sistema de níveis que permite ao jogador destravar armas adicionais e premiações enquanto avança. O jogo apresenta também o conteúdo digital chamado "map packs", que pode ser adquirido online. Uma novidade na série foi a inclusão do modo cooperativo, que suporta até dois jogadores localmente e quatro online.[1]
O jogo foi o mais vendido de novembro de 2008 nos Estados Unidos, alcançando a marca de 1,41 milhão de cópias. No Reino Unido, vendeu o dobro de cópias de Call of Duty 4 em sua primeira semana de lançamento, tornando-se o terceiro jogo eletrônico mais vendido em termos de tempo.[2] Recebeu diversas críticas positivas, celebrando seu retrato do lado negro e cruel da guerra.[3]

Jogabilidade



Perspectiva geral

World at War é parte da série Call of Duty, e apresenta uma temática mais adulta em comparação a seus predecessores.[4][5] O jogo é também mais aberto, pois existem diversas maneiras de se completar um objetivo.[6] A jogabilidade de World at War apresenta diversas semelhanças com os lançamentos anteriores da série. Os jogadores atuam em conjunto com equipes de soldados controlados por inteligência artificial. Eles auxiliam nas missões providenciando fogo de cobertura, abatendo inimigos e vasculhando cômodos à procura de presença inimiga.[7]
O retorno do jogo aos conflitos da II Guerra reintroduz armas e tecnologias mostradas em outras edições da franquia Call of Duty, incluindo a submetralhadora Thompson, o rifle Mosin-Nagant, e o lança-foguetes antitanque Panzerschreck. O jogador ganha acesso a elas com o avançar do jogo mas, além das granadas de mão, pode carregar apenas dois armamentos. Armas de inimigos abatidos podem ser usadas em substituição àquelas no arsenal do jogador. É possível também encontrar armas com itens adicionais, como rifles equipados com lança-granadas, miras telescópicas ou baionetas.[7]
A campanha single player inclui treze "cartas da morte" ocultas, uma em cada fase, e ao recolher todas, trapaças no módulo cooperativo são destravadas, tais como redução na resistência do inimigo e o "modo paintball".

Nazi Zombie



Além do modo de campanha, World At War também disponibiliza o modo Nazi Zombie (foi com esse modo que os criadores de Call of Duty: Black Ops se inspiraram para fazer os mapas de zumbis). O modo Nazi Zombie é desbloqueado depois de terminar a campanha solo.
O jogador ficará em uma casa abandonada encontrada no caminha da tentativa de fuga dos integrantaes de um esquadrão de ataque, com a qual será atacada por zumbis nazistas (daí o nome Nazi Zombie). A jogabilidade é a mesma que a do Black Ops, você ganha dinheiro ao matar zumbis, e com esse dinheiro, pode comprar novas armas e desbloquear caminhos. Se um jogador estiver a ponto de morrer, outro jogador com vida poderá ajuda-lo a levantar, mas se demorar muito, acabará morrendo.





     Call of Duty 4: Modern Warfare              

Call of Duty 4: Modern Warfare é um videojogo de tiro em primeira pessoa, desenvolvido pela Infinity Ward e publicado pela Activision paraMicrosoft Windows, PlayStation 3, Xbox 360, Mac OS X e Nintendo Wii em 2007. Foi também lançada uma versão portátil para a Nintendo DS. Foi editado na América do Norte, Austrália e na Europa em Novembro de 2007 para as consolas caseiras e para Windows. A versão para Mac foi lançada em Setembro de 2008 e a versão Wii editada em Novembro de 2009 com o subtítulo Reflex Edition. É o quarto título da série Call of Duty (excluindo pacotes de expansão) e o primeiro da franquia Modern Warfare, seguido depois por uma sequela directa, Call of Duty: Modern Warfare 2. Foi o primeiro jogo da série a ter uma classificação M (Mature) nos Estados Unidos. O jogo rompe com os argumentos anteriores da série sobre a Segunda Grande Guerra e situa-se num cenário actual. Call of Duty 4 esteve em produção durante dois anos e usa um motor de jogo propriedade da Infinity Ward. Em Setembro de 2009 foi reeditado no Japão pela Square Enix.

A história decorre em 2011, quando um líder radical executou o presidente de um país não reconhecido no Médio Oriente, e um movimento "Ultranacionalista" inicia uma guerra civil na Rússia. Os conflitos descritos na história, são vistos da perspectiva de um fuzileiro americano e de um soldado do Serviço Aéreo Especial britânico e decorrem em várias localizações, incluindo o Reino UnidoMédio OrienteAzerbaijãoRússiaUcrânia. A secção de multijogador do jogo apresenta vários modos, e contém um sistema de níveis que permite que o jogador vá desbloqueando armas adicionais, acessórios e esquemas de camuflagens enquanto avança.
Aclamado pela crítica, Call of Duty 4: Modern Warfare recebeu uma nota agregada de 94% nos sites GameRankings e Metacritic e é considerado por muitos como o melhor Call of Duty de sempre. Em particular, a jogabilidade, o multijogador e o enredo receberam muitos elogios, enquanto houve críticas que disseram que o jogo falhou ao tentar inovar substancialmente o género first-person shooterCall of Duty 4é normalmente indicado para as listas dos melhores videojogos de sempre, criadas por críticos e publicações. Em 2010 foi incluído no livro1001 Video Games You Must Play Before You Die.
Call of Duty 4: Modern Warfare recebeu muitos prémios de vários sites especializados, incluindo "Melhor Jogo para Xbox 360", da IGN e "Jogo do Ano" pela GameSpy. Foi o videojogo mais vendido em 2007, vendendo cerca de sete milhões de cópias em Janeiro e mais de treze milhões em Maio de 2009. Desde o seu lançamento em 2007, Call of Duty 4: Modern Warfare contribuiu para que a série Call of Duty domine actualmente as vendas do género first person shooter. Em Agosto de 2012 Call of Duty 4: Modern Warfare já tinha vendido mundialmente mais de 16,9 milhões de unidades.

Jogabilidade

Diferente dos jogos anteriores da série Call of Duty, o jogo possui equipamentos modernos e novas características, algumas exclusivas para a parte multijogador, como as "killstreaks": ao matar um certo número de inimigos sem o jogador morrer é permitido o acesso a vários recursos, incluindo ataques aéreos e suporte de um helicóptero. Um personagem pode se colocar em três posições: em pé, agachado ou deitado, cada uma afetando a taxa de movimento, precisão e camuflagem. Usar cobertura ajuda o jogador a evitar os disparos inimigos ou a recuperar vida depois de danos significantes. Como tal, não existem bônus de vida ou de proteção. Quando o personagem recebe danos, a orla do ecrã brilha em tons de vermelho e o batimento cardíaco do personagem aumenta. Se o personagem ficar fora das linhas de fogo, pode recuperar energia. Quando está no raio de explosão de uma granada, um marcador indica a direcção desta, ajudando o jogador a enviá-la de volta para o inimigo ou a fugir.[2]

[editar]Campanha

O jogador assume o papel de vários personagens durante a campanha. O envolvimento dos personagens na trama ocorre simultaneamente e sobrepõe-se aos eventos do jogo. Como tal, a perspectiva do jogador vai alterando de um personagem para outro entre as missões. Cada missão tem uma série de objetivos; o jogador é conduzido a cada um dos objetivos através do HUD(heads up display), que marca a direção e a distância. Alguns objectivos requerem que o jogador chegue a um certo local, enquanto que outros exigem que o jogador elimine um inimigo num sitio específico, ou proteger um lugar para defender um objectivo ou então colocar explosivos numa instalação inimiga. Depois dos créditos finais, uma missão especial em forma de epílogo fica desbloqueada, em que uma equipa de quatro soldados tenta salvar um VIP de terroristas que sequestraram um avião de passageiros

Call of Duty: Modern Warfare 2





Call of Duty: Modern Warfare 2 (também conhecido como Modern Warfare 2 ou MW2)[1] é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Infinity Ward e distribuído pela Activision para as plataformas Microsoft WindowsPlayStation 3 e Xbox 360.[2] Anunciado oficialmente em11 de fevereiro de 2009,[3] foi lançado mundialmente em 10 de novembro de 2009.[4]
É o sexto lançamento relacionado à série Call of Duty,[5] sendo uma sequência direta de Call of Duty 4: Modern Warfare, trazendo uma continuação da história desenvolvida em seu predecessor.[3] Foi lançado em conjunção com dois outros jogos da série: Call Of Duty: Modern Warfare: Mobilized, para Nintendo DS,[6] e Call of Duty: Modern Warfare: Reflex, uma versão portátil de Call of Duty 4 adaptada pela Treyarchpara o console Wii.[7]
O jogo é situado cinco anos após os eventos em Call of Duty 4. O modo campanha é dividido entre o grupo contra-terrorista multi nacional Task Force 141, que tem a missão de eliminar o ultranacionalista Vladimir Makarov, e uma tropa de Rangers, com a tarefa de defender os Estados Unidos de uma invasão russa. Entre os cenários do jogo estão o AfeganistãoRio de JaneiroSibéria e Washington D.C.
Modern Warfare 2 foi aclamado pela crítica especializada, obtendo uma média de 94% de aprovação no Metacritic, com os elogios direcionados principalmente a seu complexo componente multiplayer. Em suas primeiras 24 horas de lançamento, o jogo vendeu aproximadamente 4.7 milhões de cópias ao redor do mundo.[8].
Segundo o Guinness World RecordsModern Warfare 2 teve o lançamento mais bem sucedido de todos os tempos na indústria do entretenimento, batendo o recorde de vendas no primeiro dia, pertencente até então a Grand Theft Auto IV.[9]


Jogabilidade

[editar]Campanha

Similiar a versões anteriores da série Call of Duty, o jogador assume o papel de diferentes personagens durante a campanha single player, mudando de perspectiva de acordo com a evolução da história.

Cada missão apresenta uma série de objetivos que são mostrados na tela do jogo, determinando a direção e a distância de tais objetivos. As tarefas variam em cada missão, como o jogador alcançar um determinado checkpoint, eliminar inimigos em locais específicos, permanecer em um local para defender um objetivo ou plantar cargas explosivas em instalações inimigas. O jogador é acompanhado por tropas aliadas, que não podem receber ordens. Laptops que contém dados de inteligência inimiga aparecem durante as fases, e devem ser coletados para ativar diversos extras no jogo.

[editar]Sinopse


Personagens

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo (spoilers).
Durante a campanha single-player, o jogador controla cinco personagens diferentes de uma perspectiva em primeira pessoa. Durante a maior parte do jogo, assume-se o papel do sargento Gary "Roach" Sanderson, membro de um esquadrão de elite multi nacional conhecido como Task Force 141.[10] O jogador entretanto começa como o primeiro-soldado raso Joseph Allen, um Ranger estacionado no Afeganistão que posteriormente torna-se um agente secreto da CIA sob o codinome de "Alexei Borodin". O soldado James Ramirez, membro do 75th Ranger Regiment estacionado nos Estados Unidos, serve como o personagem jogável durante a defesa da costa leste dos EUA contra uma invasão russa. "Soap" MacTavish retorna como personagem não-jogável durante a maior parte de Modern Warfare 2, situação que é revertida nas últimas três missões. Nos cinco anos que se passaram desde Call of Duty 4, ele foi promovido ao posto de capitão no Serviço Aéreo Especial, e agora comanda grande parte da Task Force 141 e suas operações de campo, agindo como oficial superior de Sanderson.[11] O jogador também assume brevemente o papel de um astronauta anônimo na Estação Espacial Internacional durante uma EVA momentos antes da destruição da estação.[12]
Diversos personagens não-jogáveis desempenham papéis proeminentes na história. Como mencionado, o capitão MacTavish aparece durante grande parte do jogo e serve como mentor e oficial superior de Roach (papel similar ao desempenhado pelo capitão Price em relação a MacTavish em Call of Duty 4). O capitão John Price também retorna para ajudar a Task Force 141 depois que MacTavish, Roach e outros soldados o resgatam da um gulag russo. Outro integrante principal da equipe é Simon "Ghost" Riley, que cobre seu rosto com uma balaclava pintada com umacaveira.[13] O sargento Foley, inicialmente líder do esquadrão de Joseph Allen no Afeganistão, com o desenvolver da história torna-se líder do esquadrão de James Ramirez nos Estados Unidos. Nikolai, o informante russo de Call of Duty 4, volta para auxiliar a Task Force 141 em diversas ocasiões. O general Shepherd é o comandante tanto da Task Force 141 quanto dos Rangers, tornando-se o principal antagonista ao trair os integrantes da Task Force perto do fim do jogo. Vladimir Makarov, antigo aliado de Imran Zakhaev (o vilão de Call of Duty 4), serve como o principal antagonista durante grande parte da história.[12]

[editar]Enredo

Modern Warfare 2 começa cinco anos depois da conclusão de Call of Duty 4. Apesar dos esforços dos Marines e da SAS, os Ultranacionalistas acabaram conseguindo o controle da Rússia, declarando Imran Zakhaev um herói e mártir, erguendo na Praça Vermelha uma estátua em sua homenagem. Enquanto isso, Vladimir Makarov, um dos antigos tenentes de Zakhaev, começa uma campanha contra a Europa, cometendo vários atos de terrorismo.[12]
O jogo começa no Afeganistão, com o primeiro-soldado raso dos Rangers Joseph Allen ajudando a tomar uma cidade do controle dos insurgentes. Impressionado com as habilidades de combate de Allen, o general Shepherd recruta-o para fazer parte da Task Force 141, uma unidade contra-terrorista multinacional sob seu comando. Enquanto isso, dois integrantes da Task Force 141, o capitão "Soap" MacTavish e o sargento Gary "Roach" Sanderson, escalam uma montanha do Tian Shan para se infiltrar em uma base aérea do Cazaquistão e recuperar um módulo ACS de umsatélite derrubado. Allen é posteriormente enviado em uma missão secreta para a CIA na Rússia sob o codinome de "Alexei Borodin", unindo-se a Makarov em um massacre de civis no Aeroporto Internacional Zakhaev em Moscou. Na conclusão do ataque é revelado que Makarov está ciente da identidade de Allen, e antes de fugir ele o mata para expor sua identidade, levando a polícia russa a acreditar que os Estados Unidos foram responsáveis pelo atentado.[12]
Indignada pelo que acredita ser um ato terrorista orquestrado pelos EUA, a Rússia retalia lançando um gigantesco ataque surpresa contra os Estados Unidos depois de ultrapassar seus primeiros sistemas de alerta, revelando que o módulo ACS recuperado por MacTavish e Sanderson já havia sido decodificado, comprometendo a defesa do país. O sargento Foley lidera seu esquadrão de Rangers, incluindo o soldado James Ramirez, na defesa de um subúrbio no nordeste de Virginia contra o ataque russo. Eles então seguem para uma Washington devastada pela guerra, onde mais forças americanas lutam uma batalha desesperada contra os russos pelo controle da capital do país.[12]
Enquanto isso, a Task Force 141 começa a busca por evidências que incriminem Makarov como o planejador do massacre no aeroporto. As pistas levam ao Rio de Janeiro, onde a Task Force investiga um contato de Makarov, o contrabandista de armas Alejandro Rojas. Descobre-se então que o principal inimigo de Makarov está aprisionado em um gulag russo a oeste dePetropavlovsk, na Península de Kamchatka. Como consequência, a Task Force 141 ataca a prisão e consegue libertar o prisioneiro, que acaba por ser o capitão Price. Price concorda em ajudar a rastrear Makarov, posteriormente ignorando as ordens de Shepherd e passando a agir por conta própria, levando a Task Force 141 a atacar um porto russo e tomar controle de um submarino nuclear. Price usa o submarino para lançar um míssil balístico intercontinental contra Washington, o programando para explodir na atmosfera, destruindo a Estação Espacial Internacional mas poupando a cidade de ser completamente arrasada. O pulso eletromagnético resultante inutiliza os veículos e equipamentos eletrônicos tanto das forças americanas quanto das russas. Ramirez e seu esquadrão descobrem então que a Força Aérea, pensando que os russos tomaram a cidade, planeja uma série de ataques aéreos; a única maneira de abortar a operação é acender foguetes de sinalização no topo da Casa Branca (no jogo sempre referida como "Whiskey Hotel", códigos das letras "W" e "H" — de "White House" — no alfabeto fonético da OTAN) e outros prédios importantes que estão sob controle russo. Ramirez e seu esquadrão lutam para chegar ao telhado da Casa Branca e conseguem acender os foguetes no último instante, evitando o ataque aéreo. Fogos de sinalização são acesos em outros pontos da capital, indicando que a cidade voltou a ser controlada pelos americanos.[12]
Reduzindo os esconderijos de Makarov a dois locais distintos, a Task Force 141 decide separar suas forças. Os capitães Price e MacTavish viajam para um cemitério de aviões no Afeganistão, enquanto Roach e Ghost atacam uma casa-forte na Cordilheira do Cáucaso. A equipe consegue obter informações vitais de inteligência nos computadores inimigos, mas ao alcançarem o ponto de resgate, Ghost e Sanderson são traídos e assassinados por Shepherd, que rouba as informações para fazer parecer que foi ele o responsável por sua aquisição. Enquanto isso, Price e MacTavish ficam cientes da traição de Shepherd ao escaparem de uma armadilha com a ajuda de Nikolai. Depois de conseguir contactar Makarov e descobrir a localização de Shepherd, Price e MacTavish decidem se vingar em uma última e suicida missão. Durante sua invasão Shepherd tenta escapar, dando início a uma longa perseguição de bote.[12]
Shepherd parece ter escapado quando é resgatado por um helicóptero Sikorsky MH-53. No entanto, Price consegue derrubar a aeronave a tiros momentos antes dele e MacTavish serem engolfados por uma cachoeira. Após se recuperar da queda, MacTavish, gravemente ferido, tenta matar Shepherd com sua faca, mas ele bloqueia o ataque e o esfaqueia. O general prepara-se para executá-lo com seu revólver, mas é atacado por Price. Os dois começam a lutar, enquanto MacTavish esforça-se para arrancar a faca de seu tórax. Ele finalmente consegue, atirando a faca contra Shepherd, matando-o. Price tenta tratar os ferimentos de MacTavish, enquanto Nikolai chega de helicóptero para resgatá-los. Ele avisa que os dois serão perseguidos, mas Price insiste que MacTavish receba atendimento médico. Nikolai então menciona que conhece um lugar seguro para ir






Call of Duty: Modern Warfare 3 (abreviado como Call of Duty: MW3CoD: MW3 ou simplesmente MW3) é tal como os seus antecessores, um jogo de ação do género first-person shooter, desenvolvido pela Infinity Ward e pela Sledgehammer Games com a assistência da Raven Software no desenvolvimento.[8] É o oitavo jogo da série Call of Duty e o terceiro da saga Modern Warfare sendo uma sequela directa de Call of Duty: Modern Warfare 2. A Sledgehammer Games, um dos estúdios da Activision, apontou para um jogo "livre de erros" ("bug free" em inglês) pela primeira vez na série, estabelecendo assim uma meta para as pontuações de crítica do site Metacritic acima de 95%.[9] É também o primeiro jogo da série a ter suporte para jogadores daltónicos.[10]
Modern Warfare 3 foi lançado em 8 de Novembro de 2011 nas plataformas Microsoft WindowsXbox 360PlayStation 3,[11] e Wii.[6] Também foi lançada no mesmo dia uma versão separada para Nintendo DS desenvolvida pela empresa n-Space com o nome Call of Duty: Modern Warfare 3: Defiance.[5] Na Austrália, a versão Wii foi lançada em 17 Novembro de 2011.[12] No Japão, a Square Enix edita uma versão separada dobrada e legendada, assim como com Black Ops. Foi lançada primeiro uma versão com legendas em japonês em 17 de Novembro de 2011. Em 22 de Dezembro de 2011, foi lançada uma versão dobrada em japonês.
O título arrecadou globalmente mais de 775 milhões dólares nos primeiros cinco dias após o seu lançamento, superando o recorde de 650 milhões de dólares estabelecidos por Black Ops e os 550 milhões de dólares alcançados por Modern Warfare 2 em 2009.[13] Para ser exato, bateu recordes de bilheteira no teatro, cinema, livros e as vendas registadas de videojogos para os cinco dias em todo o mundo em dólares.[14]
Segundo dados da VGChartzModern Warfare 3 vendeu um total de 9,3 milhões de cópias no primeiro dia de vendas, tornando-o no maior lançamento de todos os tempos na industria do entretenimento,[15] sendo que 6,5 milhões de cópias foram só nos EUA e no Reino Unidorendendo 400 milhões de dólares.[16][17][18] Em Setembro de 2012, Modern Warfare 3 já tinha vendido mundialmente cerca de 29 milhões de unidades.[19]

Jogabilidade

O jogo corre a 60 frames por segundo, no mínimo.[20] A Activision confirmou na Gamescom de 2011, que Modern Warfare 3 no PC teráservidores dedicados.[21]

[editar]Campanha

Neste modo, o jogador actua como participante de várias guerras ocorridas em uma determinada época.O jogador assume o papel de vários personagens durante a campanha de single-player, mudando as perspectivas ao longo da evolução da história. Ao contrário dos seus antecessores, a campanha estende-se por dias diferentes. Cada missão apresenta uma série de objetivos que são exibidos no topo do ecrã (HUD), que marca a direção e a distância para e desses objectivos. O danos do jogador são mostrados por pingos de sangue mostrado no ecrã. A saúde do jogador regenera com o passar do tempo. Objetivos variam conforme as suas necessidades, desde pedir ao jogador que chegue a um posto de controle especial, para eliminar os inimigos num determinado local, manter-se firme contra esquadrões inimigos ou plantar cargas explosivas numa instalação inimiga. O jogador também é acompanhado por outros soldados aos quais não se podem emitir comandos/ordens.

[editar]Multiplayer

Todo o sistema de recompensa de “Killstreak” foi melhorado. “Killstreaks” são agora conhecidos como “Pointstreaks”, e matar já não é a única maneira de aumentar os “Pointstreak” do jogador. Ao completar objectivos, como plantar a bomba em "Search and Destroy" ou capturar uma bandeira em "Capture The Flag" atribui pontos para o “Pointstreak” do jogador. As recompensas “Pointstreaks” estão organizadas em três diferentes "pacotes" chamados Assalto, Suporte e Especialista. O pacote Assalto funciona da mesma forma como o sistema de recompensa “Killstreak” em Modern Warfare 2 e Black Ops, oferecendo recompensas como o míssil “Predator” e helicópteros. O pacote de Suporte oferece suporte ao estilo de recompensas, como os UAV e SAM Turret.Recompensas do pacote de Suporte não desaparecem quando o jogador morre, mas acumulam-se no decorrer de uma partida. O pacote Especialista "specialist" recompensa os jogadores com “perks” à sua escolha depois de cada segunda morte consecutiva. Depois do jogador matar oito,o jogador recebe todos os “perks” do jogo, mas volta a zero depois do jogador morrer.[22] Os jogadores podem escolher qual as recompensas “Pointstreak” que pretendem utilizar durante o jogo, ao invés de escolhê-los entre as rondas.

Um jogador obtendo "14 Point Streak" no modo multiplayer.
Junto com a reformulação do sistema de recompensa de “Killstreak”, Modern Warfare 3 também tem um ranking completamente renovado com um sistema de desbloqueio, e não usa um sistema de moeda para desbloquear.[23] A arma primária do jogador aumenta ao mesmo tempo que o jogador, e desbloqueia uma série de perks de "Proficiência", como Kick (redução de recuo, enquanto aponta para baixo a visão do jogador) e Focus (manter o foco sob o fogo). Apenas um perk de Proficiência um pode ser colocado numa arma primária.[24]Outra novidade é a capacidade de equipar Scopes híbridos numa arma, como uma Red Dot Sight (mira de ponto vermelho) e Visão ACOG numa única arma, e o jogador pode alternar entre estes.[24]
Várias perks controversas em Modern Warfare 2, acusadas de serem "dominadores", foram removidas em Modern Warfare 3. "Quick-Scope" voltou,[25]enquanto que o mergulho para ficar deitado ou o "mergulho de golfinho" foram removidos devido a problemas de equilíbrio. Modern Warfare 3 utiliza o sistema da Treyarch de “hot fix” para corrigir erros.[26] Modern Warfare 3 apresenta ainda um on-line local e a opção de tela dividida.[27]
Novos modos de jogo também foram adicionados: "Kill Confirmed" exige que os jogadores recolham as Dog-Tag (colares militares) que flutuam junto do cadáver de um inimigo abatido antes da morte poder ser registada. No entanto, a equipa adversária pode pegar a Tag também para negar à outra equipe a morte. Em "Team Defender", ambas as equipes devem tentar capturar uma bandeira caída pela primeira pessoa que morre no início do jogo, e a segurá-la ganha o dobro de pontos por cada morte, enquanto a equipe sem a bandeira só recebe o valor padrão. Jogos particulares agora também incluem modos pré-fabricados, incluindo "Infection" (onde o infectado mata inimigos para recrutá-los para a sua equipa), "Drop Zone" (onde o jogador deve manter uma zona de queda para pontos e pacotes médicos), "Team Juggernaut "(cada equipa joga ao lado de um personagem Juggernaut controlado pela IA), "Game Gun "(seja o primeiro a receber uma morte com cada arma no jogo) e "One in the Chamber" (no qual os jogadores são permitidos ter somente uma pistola com um bala e três vidas, onde só se pode obter mais balas matando osoutros jogadores). Junto com isso, os jogadores podem criar seus modos de jogo próprio, com configurações personalizadas, tais como número de jogadores e limite de tempo.[22]
Modern Warfare 3 introduz uma "Prestige Shop". A loja permite que os jogadores de Prestige possam usar os seus tokens que ganharam na opção “Prestige” para comprar recursos exclusivos, tais como dupla XP e uma classe extra personalizada.[28]
Uma característica totalmente nova é a adição de um sistema de classificação similar ao do Multiplayer. O jogador ganha pontos de experiência em Survival e modos de missão, desbloqueando novas missões para o modo de missão e novas armas/equipamento/regalias para o modo Survival.
Modo de missão é um modo semelhante ao Spec Ops de Modern Warfare 2 é modo co-op. Conta com várias missões, com a missões cronometradas ou com objetivos.
Survival Mode é modo novo em destaque de Call of Duty: Modern Warfare 3 no modo de Special Ops em que os jogadores devem defender-se de ondas de inimigos controlados pela IA com vários mapas multiplayer.[29][30]
As ondas de inimigos são aleatórias, mas cada vez mais difíceis, de modo que nas fases posteriores, os jogadores podem esperar enfrentar Juggernauts múltiplos, cães amarrados com C4 e ataques inimigos com apoio aéreo em simultâneo. Não há meios de ganhar neste modo de jogo, porque as ondas continuarão até que os jogadores percam. Como nas outras missões Special Ops, co-op está disponível para esta modalidade, tanto on-line ou em tela dividida.[31][32]
Modern Warfare 3 tem um total de 16 mapas jogáveis para multijogador e para o modo Survival em Spec Op's. Os mapas são inspirados no modo campanha.
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